Esta aula em 95 minutos: o índice
Atualizado em set/2026. Quem te mostra isso aqui é o Universo Narrado, com mais de 1 milhão de inscritos no YouTube e quase 2.000 aulas gratuitas de Física e Matemática. Esta página é o capítulo de Funções da aula, em texto, com o minuto de cada passo. Sem resumo de legenda: é a explicação do professor, editada.
| No vídeo | O que acontece |
|---|---|
| 07:19:00 | Questão 1: mínimo da soma |x-1|+|x-2|+...+|x-5| |
| 07:27:00 | Gráfico de |x-2| e simetria em torno do 2 |
| 07:32:00 | Método do barbante: estacas em 1,2,3,4,5 e mínimo 6 em x = 3 |
| 07:44:00 | Com quatro estacas, o mínimo vira um degrau (valor 4) |
| 07:47:00 | Questão 2: módulo no expoente e inversão da base |
| 07:58:00 | Deslocar o gráfico para x = 1 e subtrair 1/2 |
| 08:02:00 | Módulo por fora reflete o que está abaixo do eixo |
| 08:08:00 | Questão 3: transformações g(x) = a + b·f(cx + d) |
| 08:22:00 | Fator horizontal c = 2 pela distância entre as raízes |
| 08:30:00 | Resultado a = 1, b = -1, c = 2, d = -6 e o deslocamento d/c |
| 08:37:00 | Questão 4: h = g∘f⁻¹ com exponenciais |
| 08:49:00 | Sem precisar de logaritmo: h(1/2) = √3 |
Soma de módulos: o módulo como distância e o primeiro mínimo
A primeira questão pede o valor mínimo de , escrita no enunciado como o somatório . O professor lembra que, ao ver um somatório, o primeiro passo é abrir: trocar por e escrever a soma por extenso.
A chave é a interpretação geométrica do módulo: é a distância entre o número e o número . O próprio é , a distância até a origem; por isso e valem , já que os dois estão a três unidades do zero. Na reta real, vale tanto para quanto para , pois os dois pontos estão a três unidades do . Distância nunca é negativa (deslocamento pode ter sinal, distância não), e é por isso que o módulo nunca é negativo. Assim, o menor valor de é zero, atingido em : o número que está a distância zero do é o próprio .
Com essa leitura, é a soma das distâncias de até os pontos e . Máximo não existe: quanto mais se afasta (um milhão, dois milhões, ...), maior a soma. Para o mínimo, a intuição é ficar no meio do caminho, em , o ponto central dos cinco. Substituindo: . O professor chegou a de cabeça e propôs justificar com o desenho, porque quem enxerga a distância resolve geometricamente, sem abrir cada módulo em casos.
Gráfico de |x-2|, simetria e a definição de módulo por partes
Para visualizar a função, o professor desenha usando apenas a ideia de distância. Em a distância é zero, então nesse ponto, e nada fica abaixo do eixo , porque distância não é negativa. Andando para a direita, a distância cresce; para a esquerda, também. Pontos simétricos em relação ao , como e , ficam à mesma distância (três unidades) e dão o mesmo valor de : o gráfico é simétrico em relação à reta vertical . O professor chama a função de "quase par" (é par em relação a essa reta, não ao eixo ), e diz que o conceito será reaproveitado em outra questão.
Para quem prefere o caminho algébrico, vale a definição: se o número dentro do módulo é positivo ou zero, o módulo é o próprio número; se é negativo, troca-se o sinal (multiplica-se por ). Logo para e para . Cada pedaço é uma reta: , crescente, que cortaria o eixo em , mas só vale à direita do ; e , decrescente, passando por no eixo , válida só à esquerda. As duas se encontram em e formam um V.
Para a soma de cinco módulos, esse caminho exige dividir a reta em vários pedaços (um para cada ponto de quebra), montar um quadro de sinais e escrever a expressão de cada região. O professor considera que isso não vale a pena e que quem não tem a visão geométrica gasta muito mais tempo e erra mais. Por isso a leitura por distância e o método do barbante.
Método do barbante: onde a soma de distâncias é mínima
Imagine estacas fixadas em e na reta e um barbante infinito amarrado em cada uma, todos presos a uma pessoa na posição . O comprimento do barbante da estaca é , e é o comprimento total desenrolado. Com , por exemplo, o barbante da estaca mede e o da estaca mede .
Fora do intervalo das estacas, andar para longe aumenta todos os barbantes: por isso não há máximo. No meio, é preciso comparar. A partir de , andar um pouco para a esquerda diminui os barbantes das estacas e , mas aumenta os das estacas , e . Como as estacas são simétricas em torno do , dois que diminuem cancelam dois que aumentam, e sobra um barbante crescendo. Assim, o ponto , exatamente o central, é onde a soma é mínima e . O formato do gráfico sai da mesma contagem: à direita do , todos os cinco crescem (inclinação ); entre e , quatro crescem e um diminui (inclinação ); entre e , inclinação ; e o lado esquerdo é o espelho. A função é decrescente até e crescente depois.
O professor testa a ideia retirando o último termo: a função , com estacas em (a legenda diz "o somatório até quatro"). O ponto de simetria passa a ser , no meio entre as estacas e . Em qualquer ponto entre e , andar um pouco para um lado diminui um barbante e aumenta o simétrico, então a variação é zero e a função é constante. Em : . Em : . O mínimo é , atingido em todo o intervalo (um degrau de mínimo, e não um único ponto). O professor comenta que nunca viu essa variação em prova e sugere questões desse tipo para o simulado.
Módulo no expoente: inverter a base e construir o gráfico por camadas
A segunda questão pergunta em que intervalo a função é crescente. Reconstruída da fala, a função é : tem módulo no expoente, um sinal de menos e um módulo por fora. O professor diz que a escolheu justamente porque o módulo, a essa altura, já não assusta.
Primeiro passo: eliminar o sinal negativo do expoente. Como para qualquer (o menos inverte a base, seja um número ou um módulo), a função vira . O professor aconselha deixar o módulo sempre positivo e inverter a base, em vez de lidar com um módulo negativo, e diz que isso já resolve a maior parte da dificuldade.
Segundo passo: construir o gráfico por camadas. Começa-se com . O módulo não altera positivo, então para o gráfico é o de ; para ele é a reflexão da parte direita no eixo vertical, porque é uma função par. Em vale e cresce para os dois lados. A dica geral é que, com módulo no expoente, basta trabalhar com metade do gráfico e refletir.
Agora a base . A exponencial é decrescente (base entre e ); com o módulo, vale em e decai para os dois lados, aproximando-se de zero (assíntota no eixo ), formando um morro com pico em . Por fim, é a distância até o , então o gráfico se desloca uma unidade para a direita: o pico fica em e a simetria passa a ser em torno de . Conferência: em o valor é .
Subtrair 1/2 e módulo por fora: refletir o que está abaixo do eixo
Subtrair desloca tudo meia unidade para baixo. O pico passa a e a assíntota deixa de ser e passa a ser . A curva continua dentro de uma faixa de altura de uma unidade, agora entre e . As raízes saem de , isto é, , logo e . Em o valor é zero: a curva passa pela origem.
Resta o módulo de fora. Regra geral, válida para qualquer função: onde o valor é positivo ou zero, o módulo não muda nada; onde é negativo, troca o sinal, o que no gráfico equivale a refletir o trecho que está abaixo do eixo para cima ( vira , vira , milhão vira milhão). O professor ilustra com : em vale e o módulo mantém ; em vale , e o módulo dá . A parte da parábola entre as raízes e , que ficava embaixo, é refletida e vira um "morrinho"; o trecho antigo abaixo do eixo deixa de existir.
Na função da questão, o trecho com (onde a curva ia de até ) e o trecho com (também abaixo do eixo) são refletidos para cima. A leitura final: a função decresce para , cresce de a (até o pico ), decresce de a (até zero) e volta a crescer para , aproximando-se de por baixo. Resposta: crescente em e em .
O professor deixa um alerta: se aparecer outro módulo por fora, nada muda, pois o resultado já é sempre não negativo. Pode colocar 30 módulos que a função é a mesma.
Transformações de gráfico: o papel de a, b, c e d em a + b·f(cx + d)
A terceira questão trata de transformações de gráficos. O professor lembra que a FUVEST cobrou o tema de forma totalmente conceitual (e literal) em simulado: dava uma função e escrevia , e as alternativas diziam coisas como "a função subiu unidades" ou "foi esticada verticalmente". Para a aula ele faz a versão numérica, pois acha que, quanto mais conceitual a questão, mais difícil ela é.
O papel de cada letra, tomando como referência o seno: (soma fora da função) desloca na vertical, para cima se positivo e para baixo se negativo. (multiplica fora) estica ou comprime na vertical: com estica, com comprime, e negativo reflete o gráfico em relação ao eixo horizontal; no seno, passa-se de valores entre e para valores entre e . (multiplica dentro) estica ou comprime na horizontal; em ondas, equivale à frequência angular , e aumentá-la comprime o gráfico. (soma dentro) desloca na horizontal.
A regra de bolso do professor: o que acontece fora da função é intuitivo (soma desloca, multiplicação estica); o que acontece dentro é contraintuitivo. Um positivo maior que comprime, em vez de esticar, e um positivo desloca para a esquerda, em vez de direita.
Exemplo de reflexão: multiplicar por dá , a parábola de concavidade para baixo e máximo . O que estava para cima vai para baixo e vice-versa, espelhado no eixo horizontal. Esse raciocínio mostra que, com , o gráfico apenas inverte, sem esticar nem comprimir.
Achando a, b, c e d: distância entre raízes, igualdade de polinômios e o deslocamento d/c
Os dados: , , a informação de que "os pontos de vindos das raízes de distam duas unidades" e a lei . Pede-se e .
Primeiro o , pelo raciocínio geométrico: as raízes de () distavam , e os pontos correspondentes em distam . A distância horizontal foi dividida por , logo . Sem essa informação, a igualdade de polinômios deixaria incógnitas demais.
Depois, . Igualando os coeficientes a : , logo ; , logo ; e , logo . Resposta: , , , . O gráfico sobe uma unidade, é refletido em relação ao eixo horizontal sem esticar e é comprimido pela metade na horizontal (dobra a frequência).
O passo em que o aluno toma o tombo é perguntar quantas unidades o gráfico se deslocou na horizontal. Quem vê responde "6 para a direita" (ou, pior, "6 para a esquerda"). Mas o deslocamento só aparece quando o é posto em evidência: , ou seja, deslocamento . Aqui, : são unidades para a direita. Conferência: o argumento vale em . O professor reforça com a raiz quadrada: começa em , e para o argumento valer é preciso . Ele fecha lembrando que o bloco cobre todas as transformações: translação vertical e horizontal, dilatação e compressão vertical e horizontal, e reflexão.
Função composta com inversa: h(x) = g(f⁻¹(x)) com exponenciais
A quarta questão trabalha função inversa. Reconstruída da fala: , e ; pede-se . O professor simplificou o enunciado original (que pedia a lei de ) para pedir apenas o valor.
O que é a inversa: a função que desfaz o que fez, e desfazer costuma dar mais trabalho que fazer. A técnica é trocar por e isolar o novo . Exemplo simples: vira , de onde . Conferência: dá em , e dá em .
Aplicando a : troca-se por . Multiplicando numerador e denominador por (o professor recomenda tirar o expoente negativo assim), obtém-se . Multiplicando em cruz: ; juntando os termos com : ; logo e, como , .
O professor nota que não é necessário isolar com logaritmo (que daria ), porque já "desfaz" o logaritmo: , e com é exatamente a expressão encontrada. Portanto e . Ele insiste também em um ponto conceitual: de qualquer coisa é a regra aplicada a essa coisa (a do exemplo), não só ao . Aplicar logaritmo seria "dar um nó para ter que desatar o nó".
As fórmulas desta aula
Para interpretar geometricamente expressões com módulo e achar mínimos sem abrir em casos.
Para escrever uma função com módulo como duas expressões (duas retas, por exemplo).
Soma de módulos de x menos pontos fixos: com número ímpar de pontos, o mínimo está no do meio; com par, é constante entre os dois centrais.
Para trocar o sinal negativo do expoente por inversão da base e evitar módulo negativo.
Para refletir para cima o trecho do gráfico que está abaixo do eixo x; módulos repetidos não mudam nada.
Para ler deslocamento vertical (a), esticar/refletir na vertical (b), comprimir na horizontal (c) e deslocar na horizontal (d).
Para expandir f(cx+d) quando f é um polinômio do segundo grau.
Para comparar g(x) escrito em função de a, b, c, d com a lei dada de g.
Para responder quantas unidades o gráfico se deslocou na horizontal; o fator horizontal de compressão é c.
Para achar a inversa trocando x por y e isolando o novo y.
Para inverter função com e^x e e^{-x} multiplicando por e^y e isolando a exponencial.
Quando g é exponencial e f⁻¹ é um logaritmo: não é preciso calcular o logaritmo, basta a expressão de e^y.
Fichas completas: potencias de mesma base produtos notaveis radiciacao vertice da parabola
As 5 questões resolvidas na aula
Questão 01 · FUVEST? (ano não citado; professor associa o tema ao simulado)
Determinar o valor mínimo de .
- Abrir o somatório e interpretar cada como a distância de até .
- Não há máximo, pois as distâncias crescem sem limite quando se afasta.
- O mínimo está no ponto central das cinco estacas, , pois dos dois lados as variações se cancelam.
- .
Armadilha: Abrir os cinco módulos em seis regiões com quadro de sinais: demorado e propenso a erro; a leitura por distância resolve em segundos.
Questão 02 · variação do professor (não é de prova conhecida)
Mesma função, sem o termo : . Qual o valor mínimo e onde ocorre?
- Estacas em : o ponto de simetria é .
- Entre e , o que um barbante diminui o simétrico aumenta, então é constante nesse intervalo.
- e .
Armadilha: Procurar um único ponto de mínimo: com número par de pontos, o mínimo é um intervalo (degrau).
Questão 03 · FUVEST? (ano não citado; a lei da função foi reconstruída da fala)
Em que intervalo é crescente a função (lei reconstruída)?
- Inverter a base para tirar o sinal de menos do expoente: .
- Gráfico de : morro com pico e assíntota ; com , o pico vai para .
- Subtrair : pico em , assíntota , raízes em e .
- Módulo por fora: refletir para cima os trechos abaixo do eixo ( e ).
- Ler o gráfico: decresce para , cresce em , decresce em , cresce para .
Armadilha: Esquecer o módulo de fora e responder apenas (ou ): é preciso refletir o trecho negativo de .
Questão 04 · FUVEST (simulado oficial?) — versão numérica adaptada pelo professor
Seja e . Os pontos de vindos das raízes de distam duas unidades, e (lei reconstruída). Determinar .
- As raízes de distam e as de distam : compressão horizontal por fator , logo .
- .
- Igualar os coeficientes: ; .
- .
Armadilha: Responder " unidades para a direita" (ou esquerda) para o deslocamento; o correto é à direita.
Questão 05 · FUVEST? (ano não citado; lei de f reconstruída da fala)
Sejam (?), e . Calcular .
- Trocar por : .
- Multiplicar numerador e denominador por : .
- Multiplicar em cruz e isolar: , logo .
- Como : , e esse é .
- ; em : .
Armadilha: Tirar o logaritmo para escrever explicitamente: etapa desnecessária, pois já a desfaz; e achar que só vale para a letra .
Erros que derrubam nota em funções
- 01
Abrir cada módulo em casos e montar quadro de sinais em soma
Abrir cada módulo em casos e montar quadro de sinais em soma de vários módulos, em vez de usar a interpretação de distância.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 02
Achar um único ponto de mínimo quando o número de estacas é
Achar um único ponto de mínimo quando o número de estacas é par: o mínimo é constante entre as duas centrais.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 03
Deixar módulo negativo no expoente em vez de inverter a base
Deixar módulo negativo no expoente em vez de inverter a base.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 04
Esquecer o módulo por fora ao ler o crescimento
Esquecer o módulo por fora ao ler o crescimento: o trecho abaixo do eixo é refletido e inverte o sentido.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 05
Achar que um módulo extra por fora altera a função; módulo
Achar que um módulo extra por fora altera a função; módulo de módulo é o mesmo módulo.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 06
Inverter a regra do que acontece dentro da função
Inverter a regra do que acontece dentro da função: c maior que 1 comprime e d positivo desloca para a esquerda.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 07
Dizer que o deslocamento horizontal de f
Dizer que o deslocamento horizontal de f(cx+d) é d; o correto é -d/c.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 08
Achar que f
Achar que f(x) = regra só vale para a letra x: f de qualquer coisa aplica a mesma regra a essa coisa.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 09
Isolar o logaritmo da inversa quando a composição com
Isolar o logaritmo da inversa quando a composição com a exponencial já desfaz o passo.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 10
Tentar achar a, b, c e d só por igualdade de polinômios, sem
Tentar achar a, b, c e d só por igualdade de polinômios, sem usar a informação geométrica que dá o fator c.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
FAQ: Funções na FUVEST
Como achar o mínimo de uma soma de módulos |x−a1| + |x−a2| + ... ?
Interprete cada como a distância de até . A soma é mínima no ponto central: com número ímpar de pontos, é o ponto do meio; com número par, qualquer ponto entre os dois centrais. Para o mínimo é , em .
Por que a soma de módulos não tem valor máximo?
Porque, quanto mais se afasta dos pontos fixos, maior cada distância. Não existe teto: dá uma soma maior que .
Como desenhar 2^{|x|} ou (1/2)^{|x|} sem abrir em casos?
Desenhe o gráfico da exponencial só para , onde o módulo não muda nada, e reflita no eixo vertical, pois é função par. Com , o gráfico se desloca uma unidade para a direita.
O que o módulo por fora faz no gráfico de uma função?
Mantém o que está acima do eixo e reflete para cima o que está abaixo ( vira ). Colocar outro módulo por fora não altera nada, pois o resultado já é não negativo.
O que fazem a, b, c e d em g(x) = a + b·f(cx + d)?
desloca na vertical; estica () ou comprime () na vertical, e reflete no eixo horizontal; comprime () ou estica () na horizontal; desloca na horizontal, por . O que acontece dentro da função é contraintuitivo.
Por que o deslocamento horizontal é d/c, e não só d?
Porque : o que desloca o gráfico é o que aparece somado a depois de colocar o em evidência. Com e , , e o deslocamento é de unidades para a direita.
Como achar o fator c numa transformação?
Compare a distância entre dois pontos correspondentes (por exemplo, as raízes de e as de ). Se a distância horizontal ficou dividida por , o gráfico foi comprimido por um fator e .
Preciso calcular o logaritmo para achar g(f⁻¹(x)) quando g é exponencial?
Não. Se e , então , e o já aparece ao isolar em . Aplicar logaritmo seria desfazer o passo que a exponencial desfaz.
Continue a revisão de Matemática da FUVEST
Revisão de Matemática FUVEST
A aula inteira, capítulo a capítulo, com o minuto de cada tema.
Geometria Espacial
Capítulo 1: 5 questões resolvidas, 105 min.
Trigonometria
Capítulo 2: 5 questões resolvidas, 87 min.
Análise Combinatória e Probabilidades
Capítulo 3: 7 questões resolvidas, 136 min.
Geometria Analítica
Capítulo 4: 4 questões resolvidas, 100 min.
Exponencial e Logaritmos
Capítulo 6: 5 questões resolvidas, 81 min.
Geometria Plana
Capítulo 7: 5 questões resolvidas, 108 min.