Esta aula em 100 minutos: o índice
Atualizado em set/2026. Quem te mostra isso aqui é o Universo Narrado, com mais de 1 milhão de inscritos no YouTube e quase 2.000 aulas gratuitas de Física e Matemática. Esta página é o capítulo de Geometria Analítica da aula, em texto, com o minuto de cada passo. Sem resumo de legenda: é a explicação do professor, editada.
| No vídeo | O que acontece |
|---|---|
| 05:37:00 | Apresentação: quatro questões de geometria analítica para a FUVEST |
| 05:38:00 | Questão 1: sistema de coordenadas com eixos não perpendiculares |
| 05:42:00 | O ponto é absoluto, as coordenadas dependem do sistema |
| 05:50:00 | Fórmula da distância no sistema oblíquo (lei dos cossenos) |
| 05:55:00 | Resultado: cos θ = -1/2 e distância entre C e D = √19 |
| 06:02:00 | Questão 2: reta perpendicular e tangente à circunferência |
| 06:05:00 | Completar quadrados: centro (3, -1) e raio √5 |
| 06:14:00 | Força bruta: discriminante igual a zero dá k = 0 ou 10 |
| 06:25:00 | A sacada: andar um raio na direção da reta S |
| 06:30:00 | Terceira via: distância de ponto a reta |
| 06:37:00 | Questão 3: câmera sobre o trilho e PA perpendicular a PB |
| 06:52:00 | Questão 4: laser no espelho e simétrico do ponto |
Sistema de coordenadas oblíquo: o ponto é absoluto, as coordenadas dependem do sistema
A primeira questão do capítulo, que o professor chama de aquecimento, usa um sistema de coordenadas cujos eixos e não são perpendiculares: eles formam um ângulo . O padrão é o mesmo do plano cartesiano comum. Para representar um ponto, informam-se duas coordenadas, e cada uma é medida caminhando paralelamente ao outro eixo: a coordenada vem de uma paralela ao eixo , e a coordenada vem de uma paralela ao eixo .
O professor explica que o ângulo de é adotado apenas por simplicidade. O objetivo de um sistema de coordenadas é localizar um ponto, e qualquer sistema que faça isso com duas informações é válido. Como curiosidade, cita as coordenadas polares: em vez de , dá-se a distância até a origem e o ângulo ; por exemplo, e localizam um ponto, e e localizam outro.
Uma distinção central: o ponto é algo absoluto, mas as suas coordenadas dependem do sistema escolhido. O mesmo ponto pode ser no sistema oblíquo e ter outros valores no sistema cartesiano . O professor faz a analogia com a física: o movimento de um carro é um só, mas referenciais diferentes enxergam velocidades diferentes e escrevem equações diferentes. Ele comenta que muita gente trava justamente por confundir o ponto com as suas coordenadas.
O enunciado da primeira parte dá e nesse sistema e informa que a distância entre eles é . Se o sistema fosse perpendicular, a distância seria , a diagonal de um quadrado de lado . O valor maior, , indica que o eixo está inclinado de modo a afastar os pontos, e a tarefa é descobrir o ângulo (na verdade, o seu cosseno).
Distância entre dois pontos no sistema oblíquo: Pitágoras dá lugar à lei dos cossenos
Para chegar à fórmula, o professor primeiro recorda de onde vem a distância no plano cartesiano. Com dois pontos e , a paralela horizontal e a vertical formam um triângulo retângulo de catetos e , e Pitágoras dá . Ele insiste que isso não é uma verdade absoluta: vale apenas se os eixos forem perpendiculares. É essa a grande vantagem de adotar eixos perpendiculares.
No sistema oblíquo, desenha-se o mesmo esquema. O é transportado paralelamente ao eixo e o paralelamente ao eixo , o que forma um paralelogramo em vez de um retângulo. O triângulo que contém a distância procurada tem os lados e e o ângulo entre eles igual a (o ângulo externo do triângulo é , igual ao ângulo entre os eixos). Como o triângulo já não é retângulo, usa-se a lei dos cossenos:
.
Como , a fórmula final fica . O professor sugere, na dúvida, desenhar o ciclo ou abrir pela fórmula do cosseno da diferença.
Ele observa que o único ângulo que zera o termo extra é , pois , e a fórmula volta a ser a de Pitágoras. Os dois sistemas são igualmente válidos; o perpendicular é apenas mais simples.
Um cuidado importante: com o termo presente, a ordem da subtração importa. Trocar o sinal de apenas um dos deltas muda o resultado. O correto é manter a mesma ordem nos dois, de para ou de para , como no cálculo do coeficiente angular.
Aplicando a fórmula: cos θ = -1/2 e a distância entre C e D
Com a fórmula pronta, o professor volta à questão. Para e , a ordem de para dá e (ou e , se invertida a ordem dos dois). O produto vale de qualquer modo. A distância é , então:
, ou seja, .
O ângulo entre os eixos seria , mas o professor lembra que o ângulo em si é dispensável: o que a fórmula de distância pede é o cosseno. Ele comenta que o desenho que fez não está condizente com , e que isso não prejudica a resolução.
A segunda parte pede a distância entre dois outros pontos, e , no mesmo sistema. Os pontos são e , segundo a leitura mais coerente da legenda; o resultado final confirma essa leitura. Mantendo a ordem de para : e . Então:
.
A distância vale .
O professor comenta ainda que a distância independe do sistema de coordenadas: a posição dos pontos é absoluta e só as coordenadas mudam. Em qualquer sistema bem calculado, o resultado seria . Um caminho alternativo, que ele considera infinitamente mais trabalhoso, seria converter as coordenadas para o sistema cartesiano usando o ângulo de e aplicar Pitágoras.
Ele avalia que a dificuldade da questão está na abstração: perceber que as coordenadas pertencem a um sistema não perpendicular e entender que a fórmula da distância vem de Pitágoras, que deixa de valer e dá lugar à lei dos cossenos.
Segunda questão: reconhecer a circunferência e completar quadrados
A segunda questão tem contexto de jardim circular em um sistema cartesiano comum, e a circunferência é dada por uma equação com os produtos notáveis abertos: (leitura dos coeficientes feita a partir do que o professor escreve e do resultado final). Existe uma parede representada por uma reta , e o enunciado pede a reta (um caminho) que seja perpendicular a , tangente à circunferência e que não passe pela origem. A reta aparece na forma , que o professor reescreve como .
O professor lembra que, numa live da véspera da prova do ano anterior, uma questão quase igual (achar o centro de uma circunferência dada na forma geral) foi tachada pelo chat como assunto de prova militar. Ele defende que a mudança da FUVEST tem justamente o efeito de punir quem se acha livre de estudar certos assuntos.
O primeiro passo é completar quadrados, desfazendo os produtos notáveis para chegar à forma reduzida . Para o termo em : o coeficiente é , então soma-se e subtrai-se para formar . Para o termo em : o coeficiente é , então soma-se e subtrai-se para formar . A conta fica , isto é:
.
Daí saem o centro e o raio . O professor alerta para o sinal: o centro tem , porque a forma reduzida traz . Ele faz um esboço aproximado do centro e do raio (pouco maior que ) apenas para ter noção da figura.
Reta perpendicular e tangente: o método da força bruta com o discriminante
Reescrita, a reta é , com coeficiente angular . Duas retas perpendiculares têm produto dos coeficientes angulares igual a , então a reta tem coeficiente angular e equação , sendo o coeficiente linear (onde corta o eixo ). Existem infinitas retas com esse coeficiente angular; a que também tangencia a circunferência dá duas possibilidades, uma de cada lado. Pelo esboço, o professor desconfia de que uma delas passa pela origem, e é por isso que o enunciado exige que o caminho não passe por ela.
O primeiro caminho, que ele chama de força bruta (e o que o "aluno médio" faria), é substituir a equação da reta na da circunferência para achar a interseção. Substituindo em e arrumando, obtém-se uma equação do segundo grau em :
.
Uma reta pode ter dois pontos, nenhum ou um ponto em comum com a circunferência, o que corresponde a , ou . A tangência exige um único ponto, logo . Não se resolve a equação em ; impõe-se a condição para achar :
, que se simplifica em , ou seja, .
Os valores são ou . O professor destaca que obter dois valores de era esperado: existem duas retas tangentes com esse coeficiente angular. Com a reta passa pela origem, que o enunciado exclui. A reta pedida é . Ele reconhece que o método é trabalhoso, mas sempre funciona para qualquer tangência.
A sacada do raio e o caminho alternativo com distância de ponto a reta
O segundo caminho que o professor mostra é mais elegante e dispensa a conta do discriminante. Como a reta é tangente, o raio que chega ao ponto de tangência é perpendicular a . Se é perpendicular a , o raio tem a direção de (é paralelo a ela). Basta então caminhar do centro a distância do raio, , na direção de .
O coeficiente angular de é , então andar unidades em e em percorre exatamente sobre a direção de . Do centro, o ponto de tangência é . Caminhando no sentido oposto ( em e em ) chega-se ao outro ponto de tangência, , que corresponde à reta que passa pela origem. Com o ponto na reta : , logo e .
O professor comenta que a sacada substitui toda a conta anterior, que pode ser feita de cabeça em poucos passos, e que muita gente não pensaria nisso.
Ele apresenta ainda uma terceira via, que considera pesada para a FUVEST, mas a faz para completar o quadro: a distância de ponto a reta. Escrevendo na forma geral , a distância do centro à reta deve ser igual ao raio :
.
Os números a cinco unidades de distância do são e , os mesmos valores achados pelo discriminante. O professor lembra que esse conteúdo costuma ficar na trilha militar e que ele próprio o considera um pouco "aloprado" para a FUVEST.
Terceira questão: o câmera, a perpendicularidade e a circunferência de diâmetro AB
A terceira questão tem como contexto um câmera filmando uma cena de ação em um trilho. Há dois pontos, e , e o trilho está sobre a reta (a reta é inferida do desenvolvimento do professor). O câmera deve filmar de um ponto do trilho tal que seja perpendicular a . Existem dois pontos assim, e pergunta-se a distância entre eles.
Pela geometria plana, o professor mostra que o problema tem uma leitura imediata: todo ângulo reto está inscrito em uma semicircunferência de diâmetro igual à hipotenusa. Logo, qualquer ponto sobre a circunferência de diâmetro forma com e um triângulo retângulo em . Ele pondera, porém, que quem não enxerga isso de cara pode chegar lá pela geometria analítica.
O caminho analítico usa a condição de perpendicularidade. Com , os coeficientes angulares são e . O produto deve ser :
.
Este é o lugar geométrico: a circunferência de centro na origem e raio , o mesmo resultado da geometria plana. O professor chama a atenção para a beleza dessa dedução, que reúne definição de coeficiente angular, perpendicularidade e equação de circunferência, e diz que a parte mais difícil da questão é essa.
Resta achar a interseção com a reta do trilho. Substitui-se : , que dá , ou . As raízes são e (produto e soma ). Os pontos são e . A distância é . Se a reta passasse pela origem, a distância seria o diâmetro, mas aqui é preciso calcular os dois pontos.
Quarta questão: o laser no espelho, o princípio de Fermat e o simétrico
A saideira é uma questão que mistura geometria plana, física e geometria analítica. Há um espelho representado por uma reta, um laser em um ponto e um ponto de destino. O raio sai de , bate no espelho, reflete e chega ao outro ponto. Pergunta-se a distância total percorrida pela luz. O professor diz que o aluno precisa de um pouco de conhecimento de física: a lei da reflexão, segundo a qual o ângulo de incidência é igual ao de reflexão.
Ele aproveita para comentar o princípio de Fermat: a luz sempre percorre o caminho de menor tempo. A refração (lei de Snell) também sai desse princípio, e ele ilustra com um salva-vidas que corre mais rápido do que nada e por isso não segue a reta até o afogado. No caso da reflexão, o meio não muda, a velocidade é constante, e o caminho de menor tempo é o de menor distância.
A estratégia é refletir o ponto de destino pelo espelho, obtendo o simétrico . A distância de até em linha reta, que corta o espelho no ponto onde a luz de fato bate, é igual à soma dos dois trechos do caminho real, porque o trecho do espelho a é o espelhado do trecho do espelho a . Assim, em vez de achar o ponto de reflexão e somar duas distâncias, calcula-se uma só: . O professor deduz de passagem a própria lei da reflexão a partir dessa simetria, usando ângulos alternos internos e complementares.
Falta achar . O segmento é perpendicular ao espelho, e o ponto médio do segmento está sobre o espelho. Os dados, segundo o desenvolvimento, são espelho , e (a reta do espelho e as coordenadas de são inferidas).
As fórmulas desta aula
Quando os eixos são perpendiculares; vem de Pitágoras com os catetos $\Delta x$ e $\Delta y$.
Quando o sistema de coordenadas é oblíquo; manter a mesma ordem de subtração em $\Delta x$ e $\Delta y$.
Origem da fórmula oblíqua, com ângulo $180^\circ-\theta$ entre $\Delta x$ e $\Delta y$.
Para converter o ângulo externo do paralelogramo no ângulo entre os eixos.
Para ler centro e raio; a forma geral vira reduzida completando quadrados.
Para desfazer produtos notáveis abertos na equação da circunferência.
Para retas e para o passo de caminhar na direção de uma reta; trocar o sinal de só um dos deltas inverte $m$.
Para achar o coeficiente angular de uma reta perpendicular a outra (inverte e troca o sinal).
Ao substituir a reta na circunferência; $\Delta>0$ (secante), $\Delta=0$ (tangente), $\Delta<0$ (sem ponto comum).
Para a distância do centro à reta tangente, igualada ao raio.
Para achar o simétrico de um ponto em relação a uma reta, a partir do ponto médio.
Lugar geométrico dos pontos que enxergam $AB$ sob ângulo reto; com $A(-5,0)$ e $B(5,0)$ dá $x^2+y^2=25$.
Em reflexão num espelho plano: ângulo de incidência igual ao de reflexão.
Fichas completas: lei dos cossenos pitagoras bhaskara produtos notaveis lei de snell
As 4 questões resolvidas na aula
Questão 01 · FUVEST? (ano não citado; o professor chama de nível FUVEST 2026/2027)
Num sistema de coordenadas cujos eixos e formam um ângulo (não necessariamente ), os pontos e distam . Calcular a distância entre e nesse mesmo sistema, com e (coordenadas reconstruídas, ver dúvidas).
- Distância no sistema oblíquo: (lei dos cossenos com ângulo ).
- De a : , ; , logo (ângulo de , dispensável).
- De a (mesma ordem nos dois deltas): , .
- .
Armadilha: Aplicar Pitágoras direto (dá ) e trocar a ordem de apenas um dos deltas, o que muda o sinal do termo com o cosseno.
Questão 02 · FUVEST? (ano não citado)
Uma circunferência tem equação e uma reta é . Determinar a reta perpendicular a , tangente a e que não passa pela origem.
- Completar quadrados: ; centro e raio .
- Perpendicular a (coeficiente ): coeficiente angular , logo .
- Caminho 1: substituir em , obter e impor : , com (passa pela origem, descartar) ou .
- Caminho 2: o raio ao ponto de tangência tem a direção de ; de , andar em e em () leva a ; em , .
- Conferência: distância do centro a igual a dá , logo ou .
Armadilha: Esquecer de descartar (reta que passa pela origem) e errar o sinal do centro: o termo dá .
Questão 03 · FUVEST? (ano não citado; contexto do câmera de cinema)
Os pontos e estão marcados e um câmera se desloca por um trilho sobre a reta . Os pontos do trilho em que são dois. Calcular a distância entre eles.
- Perpendicularidade: , com e .
- , ou (circunferência de diâmetro , o que a geometria plana já indicava).
- Interseção com : , , ou .
- e ; .
Armadilha: Errar o sinal do do ponto com (é , não ) e supor que o diâmetro serve de resposta: a reta não passa pela origem, então os dois pontos precisam ser calculados.
Questão 04 · FUVEST? (ano não citado; questão de reflexão num espelho)
Um espelho está sobre a reta (inferido). Um raio de laser sai de , reflete no espelho e chega ao ponto (coordenadas inferidas do desenvolvimento; o enunciado fala em ponto de chegada). Calcular a distância percorrida pela luz.
- Princípio de menor percurso e lei da reflexão: refletir no espelho para obter ; o caminho real tem o mesmo comprimento de .
- A reta por perpendicular ao espelho tem coeficiente : .
- Interseção com o espelho: dá , ; ponto médio .
- Ponto médio de : e ; .
- , ; (terno vezes ).
Armadilha: Achar o ponto de reflexão no espelho e somar duas distâncias, em vez de refletir o ponto; e errar a conta com frações (o professor se enrola ao simplificar , mas termina em ).
Erros que derrubam nota em geometria analítica
- 01
Aplicar Pitágoras em sistema de coordenadas cujos eixos não
Aplicar Pitágoras em sistema de coordenadas cujos eixos não são perpendiculares (cabe a lei dos cossenos).
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 02
Confundir o ponto com as suas coordenadas
Confundir o ponto com as suas coordenadas: o ponto é absoluto, as coordenadas mudam com o sistema.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 03
Trocar o sinal de apenas um dos deltas, o que muda o sinal
Trocar o sinal de apenas um dos deltas, o que muda o sinal do termo com o cosseno ou do coeficiente angular.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 04
Errar o sinal do centro ao ler a circunferência
Errar o sinal do centro ao ler a circunferência: dá .
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 05
Não descartar o valor de $k$ que dá a reta pela origem
Não descartar o valor de que dá a reta pela origem quando o enunciado a proíbe.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 06
Fazer a força bruta com contas longas quando uma sacada
Fazer a força bruta com contas longas quando uma sacada geométrica (andar um raio na direção de ) resolve de cabeça.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 07
Somar dois trechos de reflexão em vez de refletir o ponto
Somar dois trechos de reflexão em vez de refletir o ponto e calcular uma só distância.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 08
Errar frações ao achar o simétrico $B'$; conferir o ponto
Errar frações ao achar o simétrico ; conferir o ponto médio de antes de seguir.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 09
Esquecer que $PA\perp PB$ define uma circunferência
Esquecer que define uma circunferência de diâmetro e tentar achar os pontos por tentativa.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
FAQ: Geometria Analítica na FUVEST
Por que se usa Pitágoras para a distância entre pontos no plano cartesiano?
Porque os eixos são perpendiculares: e formam os catetos de um triângulo retângulo. Se os eixos formarem outro ângulo, o triângulo deixa de ser retângulo e é preciso a lei dos cossenos.
Qual é a fórmula da distância num sistema de eixos com ângulo θ?
. Com , o último termo some e volta a fórmula de Pitágoras.
A ordem da subtração dos pontos importa na distância oblíqua?
Importa para o produto . Pode-se ir de para ou de para , mas a mesma ordem deve valer para e , como no coeficiente angular.
Como transformar $x^2-6x+y^2+2y+5=0$ em uma circunferência reconhecível?
Completando quadrados: soma-se e subtrai-se para formar e para formar . Resulta , com centro e raio .
Como achar uma reta tangente a uma circunferência sabendo o coeficiente angular?
Escreve-se , substitui-se na circunferência e impõe-se na equação do segundo grau em , obtendo . Dá duas retas, uma de cada lado. Alternativas: caminhar o raio na direção perpendicular à tangente ou igualar a distância centro-reta ao raio.
Qual é o lugar geométrico dos pontos P com PA perpendicular a PB?
A circunferência de diâmetro (sem os pontos e ). Pode-se ver pela geometria plana (ângulo inscrito em semicircunferência) ou impor .
Como resolver um problema de reflexão num espelho com geometria analítica?
Reflete-se o ponto de chegada no espelho: acha-se a perpendicular ao espelho por esse ponto, a interseção com o espelho, o ponto médio e o simétrico. A distância percorrida pela luz é a distância do ponto de saída até o simétrico.
O professor acha que a distância de ponto a reta cai na FUVEST?
Ele a considera pesada para a FUVEST e mais típica da trilha militar, mas a apresenta como alternativa. Em tangência com circunferência fora da origem, mostra que há caminhos mais curtos.
Continue a revisão de Matemática da FUVEST
Revisão de Matemática FUVEST
A aula inteira, capítulo a capítulo, com o minuto de cada tema.
Geometria Espacial
Capítulo 1: 5 questões resolvidas, 105 min.
Trigonometria
Capítulo 2: 5 questões resolvidas, 87 min.
Análise Combinatória e Probabilidades
Capítulo 3: 7 questões resolvidas, 136 min.
Funções
Capítulo 5: 5 questões resolvidas, 95 min.
Exponencial e Logaritmos
Capítulo 6: 5 questões resolvidas, 81 min.
Geometria Plana
Capítulo 7: 5 questões resolvidas, 108 min.