Esta aula em 48 minutos: o índice

Atualizado em set/2026. Quem te mostra isso aqui é o Universo Narrado, com mais de 1 milhão de inscritos no YouTube e quase 2.000 aulas gratuitas de Física e Matemática. Esta página é o capítulo de Prismas da aula, em texto, com o minuto de cada passo. Sem resumo de legenda: é a explicação do professor, editada.

No vídeoO que acontece
14:48:00O que é um prisma: bases paralelas e congruentes
14:51:00Prisma reto versus prisma oblíquo
14:52:00Altura e seção transversal
14:55:00Volume, área lateral e área total
14:56:00Paralelepípedo reto-retângulo e sua diagonal
15:03:00O cubo: volume a³ e diagonal a√3
15:05:00Prisma regular e problema do hexágono
15:12:00Diagonal maior 2a e volume com hexágono
15:18:00Questão ENEM: recipiente inclinado
15:22:00Altura do recipiente: h = 4x
15:25:00Prisma triangular vazio e 1/8 do volume
15:30:00Ângulo de 45° e conferência com a tangente

Como o ENEM cobra prismas

O professor diz que o problema do recipiente inclinado é um tipo de exercício bem comum de aparecer no ENEM e, para o nível da prova, o considera difícil, embora não absurdo. A aula mostra que o tema cobra visualização tridimensional, volume como área da base vezes altura e Pitágoras no espaço. A dica central é reduzir o problema a duas dimensões.

Antes desta aula, vale ter em dia:

  • Teorema de Pitágoras
  • Área de triângulos, quadrados e retângulos
  • Hexágono regular (seis triângulos equiláteros)
  • Tangente no triângulo retângulo

O mapa mental da aula

Mapa mental amarelo 'Geometria Espacial - Prismas' com prismas reto e oblíquo, paralelepípedo, cubo, o prisma hexagonal regular de volume 12√3 e a questão do recipiente inclinado com resposta 45°.
Mapa mental da aula 26: Prismas. Clique para ampliar.

O que o mapa destaca:

  • Prisma reto e oblíquo, seção transversal e altura h; V = A_b · h
  • Área lateral A_L e área total A_T = A_L + 2A_b
  • Paralelepípedo reto-retângulo: V = a·b·c e D = √(a²+b²+c²)
  • Cubo: V = a³ e D = a√3
  • Prisma hexagonal regular de volume 12√3: a = 2 e maior diagonal 2√5
  • Questão do recipiente inclinado: h = 4a, tg θ = 1, θ = 45°

Prisma: bases, reto e oblíquo, altura e seção transversal

Um prisma é um sólido com duas faces paralelas e congruentes, chamadas bases, e todas as outras faces são paralelogramos. O professor propõe visualizar assim: imagine dois planos paralelos, um em cima do outro, e em cada um coloque a mesma figura, por exemplo um pentágono, sem rotacioná-la. Depois, ligue os vértices correspondentes das duas figuras. As faces que surgem nessa ligação são paralelogramos.

O que diferencia o prisma reto do oblíquo é o ângulo entre as arestas laterais e o plano da base. No prisma reto, as arestas laterais formam 90° com a base, e as faces laterais são retângulos. No prisma oblíquo, as arestas laterais formam com a base um ângulo diferente de 90°, chamado por ele de alfa, e o sólido parece tombado.

Essas duas definições sustentam todo o resto da aula: a existência de duas bases iguais e paralelas e de faces laterais em forma de paralelogramo. A figura da base pode ser qualquer polígono, e é ela que dá o nome ao prisma, como se verá a seguir. O professor avisa que tudo o que se disser sobre prismas em geral vale para os casos particulares que ele estuda no restante da aula.

A altura de um prisma é a distância entre os planos das duas bases. O professor alerta que muita gente confunde: não é a aresta lateral de um prisma oblíquo, e sim o segmento perpendicular que desce de um plano até o outro. Para medi-la, basta descer uma vertical de um ponto do plano de cima até o plano de baixo. No prisma reto, a aresta lateral e a altura coincidem; no oblíquo, não.

A seção transversal é a interseção do prisma com um plano paralelo à base, isto é, um corte. A propriedade importante é que toda seção transversal tem exatamente o mesmo formato (e tamanho) da base, não importa a altura do corte nem se o prisma é reto ou oblíquo.

A classificação pelo nome é direta: observa-se a base. Com base pentagonal, o prisma é pentagonal; com base hexagonal, hexagonal; e assim por diante, octogonal, decagonal etc. O professor resume que esse é o estudo básico e elementar do prisma, e que a parte mais importante, a seguir, é calcular o volume.

▶ Ver este trecho no vídeo (14:48:00)

Volume, área lateral e área total

O volume de qualquer prisma é a área da base vezes a altura, sempre: V=Ab⋅h. A área da base depende do polígono: se for quadrado, usa-se a área do quadrado; se for triângulo, a do triângulo; se for pentágono, a do pentágono. A altura é a distância entre as bases.

Além da área da base, há a área lateral, que é a soma das áreas de todas as faces laterais. Num prisma pentagonal, por exemplo, são cinco faces. Num prisma oblíquo o cálculo seria um pouco mais complicado, porque cada face lateral teria área diferente, mas o professor diz que não é preciso sofrer com isso.

A área total é a soma da área lateral com as áreas das duas bases: AT=AL+2Ab. Como o prisma tem duas bases iguais, entra duas vezes a área da base. O professor encerra aqui o que chama de estudo elementar, e avisa que tudo o que será dito depois parte dessas ideias.

▶ Ver este trecho no vídeo (14:55:00)

Paralelepípedo reto-retângulo: volume e diagonal

O professor define paralelepípedo como um prisma em que todas as faces são paralelogramos, e observa que até livros erram isso. Um prisma com base pentagonal, por exemplo, não é um paralelepípedo, pois a base não é um paralelogramo. O paralelepípedo reto-retângulo, a famosa caixinha de sapato, tem todas as faces retângulos.

A peculiaridade desse prisma é que qualquer par de faces opostas pode ser considerado a base. São três tipos de retângulo (frente e trás, direita e esquerda, cima e baixo), e as três arestas são chamadas de a, b e c. Se a base for a de baixo, a área é a⋅b e a altura é c; se a base for outra face, a área e a altura mudam, mas o produto continua o mesmo. Em qualquer escolha, V=a⋅b⋅c.

O outro cálculo comum é a diagonal do sólido, que liga dois vértices opostos. As quatro diagonais passam pelo centro e têm o mesmo comprimento. Para calculá-la, usa-se Pitágoras duas vezes. No chão, a diagonal da base, que o professor chama de d ("dezinho"), vale d2=a2+b2. Depois, o triângulo formado por d, pela aresta vertical c e pela diagonal D é retângulo, e D2=d2+c2. Juntando: D2=a2+b2+c2, e D=a2+b2+c2.

O professor lembra que o triângulo do chão é retângulo porque as arestas formam 90° com a base. Com as três arestas conhecidas, a diagonal sai sem dificuldade.

▶ Ver este trecho no vídeo (14:56:00)

O cubo como caso particular

O professor explica a hierarquia: o paralelepípedo é um caso particular de prisma, e o cubo é um caso particular do paralelepípedo, o que ele chama de caso particular do caso particular. As faces do cubo são quadrados, que são mais do que retângulos.

Como as três arestas são iguais, troca-se a, b e c por a, a e a. O volume, que era a⋅b⋅c, passa a ser V=a⋅a⋅a=a3.

A diagonal segue a mesma ideia. Na fórmula D2=a2+b2+c2 substitui-se tudo por a, e fica D2=3a2. Extraindo a raiz, o a sai e o 3 fica dentro: D=a3.

O cubo continua sendo um paralelepípedo, então todas as relações anteriores continuam valendo. A vantagem é que há uma única variável, a aresta, e tudo se escreve em termos dela. Em resumo, para o cubo basta lembrar que V=a3 e D=a3, e que qualquer problema de cubo se resolve em função da aresta.

▶ Ver este trecho no vídeo (15:03:00)

Prisma hexagonal regular: o que significa 'regular' e a diagonal maior

O problema proposto é: um prisma hexagonal regular com todas as arestas iguais tem volume 123. Quanto mede a maior diagonal? Antes de resolver, o professor define prisma regular: é um prisma reto cuja base é um polígono regular. Num prisma triangular regular, a base é um triângulo equilátero; num de base quadrada, o quadrado; aqui, o hexágono regular. A informação extra é que todas as arestas, tanto as da base quanto as laterais, valem o mesmo comprimento, que ele chama de a. Assim a altura também é a.

A diagonal maior liga um vértice ao vértice oposto, do lado de lá e embaixo. Ela não obedece à fórmula do paralelepípedo, que só vale para paralelepípedos. É preciso construir um triângulo retângulo auxiliar: um cateto é a aresta vertical a e o outro é a diagonal maior do hexágono da base.

O professor lembra que o hexágono regular é formado por seis triângulos equiláteros de lado a, e por isso sua diagonal maior vale 2a. Aplicando Pitágoras: D2=a2+(2a)2=5a2, logo D=a5. Falta achar o valor de a, e isso vem do volume.

▶ Ver este trecho no vídeo (15:05:00)

Prisma hexagonal regular: diagonal maior e aresta pelo volume

Para achar a usa-se o dado do volume, V=Ab⋅h. A base é o hexágono formado por seis triângulos equiláteros, então Ab=6⋅a234=3a232. O professor recorda que a área do triângulo equilátero de lado a é a234 e que, se alguém esquecer, é possível demonstrá-la na hora: base a, altura a32 por Pitágoras, e área igual a base vezes altura sobre dois. Ele avisa que isso será detalhado na geometria plana.

Como a altura do prisma também vale a, o volume é 3a232⋅a=3a332. Igualando a 123, o 3 se cancela, o 12 dividido por 3 dá 4, e passando o 2 para o outro lado: 8=a3, ou seja, a=2.

Substituindo em D=a5, resulta D=25. O professor recomenda resolver de forma literal, isto é, deixar tudo em função de a e só substituir no final. Com um valor como a=15 teria de calcular 152 e 302, somar e extrair a raiz, enquanto na forma literal basta escrever 155. Ele comenta que o problema é completo: reúne volume, área, diagonal e visualização em 3D.

O enunciado fala de um recipiente em forma de paralelepípedo reto de base quadrada, sem tampa, completamente cheio de água. A razão entre a diagonal do recipiente e a diagonal da base é 3. Inclina-se o recipiente lentamente, com uma das arestas da base apoiada na superfície, até que 1/8 da água seja derramada, e pergunta-se qual foi o ângulo de inclinação. O professor acha o problema difícil para o nível ENEM e recomenda a primeira dica: pensar em duas dimensões, usando a face da frente, que tomba em torno da aresta apoiada no chão. A superfície da água fica paralela ao chão, pois a gravidade não muda.

Primeiro, as proporções. Seja x a aresta da base quadrada. Sua diagonal vale x2, e a diagonal do sólido vale o triplo: 3x2. A única medida que falta é a altura h, e ela sai de Pitágoras no triângulo retângulo formado por h, pela diagonal da base e pela diagonal do sólido: (3x2)2=h2+(x2)2.

Desenvolvendo: 18x2=h2+2x2, logo h2=16x2 e h=4x. A altura é quatro vezes a aresta da base.

▶ Ver este trecho no vídeo (15:13:00)

A parte vazia é um prisma triangular com 1/8 do volume

Com as proporções conhecidas, a base mede x e a altura 4x. O professor chama a atenção para o fato de que a parte que fica vazia no recipiente inclinado é, ela mesma, um prisma, de base triangular. Os triângulos da frente e de trás são iguais e paralelos. A altura desse prisma triangular é a distância entre essas duas faces, que continua sendo x, a mesma do prisma grande.

Como o volume é área da base vezes altura e a altura não mudou, o fato de o volume ter caído a 1/8 significa que a área do triângulo é 1/8 da área do retângulo da frente. O problema tridimensional se reduz a um bidimensional, muito mais fácil.

O professor mostra um jeito visual de enxergar a consequência. Completando uma paralela, o triângulo (1/8) com o seu simétrico forma 1/4 da área do retângulo, e repetindo a construção para baixo o retângulo se divide em oito oitavos. Assim, o lado vertical do triângulo, que fica sobre a aresta de altura 4x, vale 1/4 de 4x, isto é, x. O outro cateto, na parte de cima, também vale x.

Como o triângulo tem dois catetos iguais, é retângulo isósceles, e os dois ângulos da base são iguais e somam 90°, portanto cada um vale 45°. O ângulo de inclinação do recipiente é o mesmo que o desse triângulo, porque o nível da água continua paralelo ao chão. O professor destaca que praticamente não precisou fazer contas, só visualização.

▶ Ver este trecho no vídeo (15:24:00)

A conferência literal: o outro cateto vale x e tg θ = 1

Para quem não enxergar o atalho, o professor mostra o caminho literal. Chama de y o cateto horizontal do triângulo vazio, ainda desconhecido, e x o cateto vertical (a altura do prisma triangular é x, a distância entre as faces). O volume do prisma triangular é a área da base, x⋅y2, vezes a altura x.

Esse volume é 1/8 do volume total. O prisma grande tem base x2 e altura 4x, logo volume 4x3. Escreve-se x⋅y2⋅x=18⋅4x3. Simplificando os x, o 4 com o 8, obtém-se y2=x2, ou seja, y=x. O resultado é o mesmo do raciocínio visual.

Com y=x, usa-se a trigonometria: a tangente do ângulo θ é cateto oposto sobre cateto adjacente, xx=1. O único ângulo agudo de tangente 1 é 45∘. A resposta é 45°.

O professor termina dizendo que há dois jeitos de resolver: o mais visual, que explora as proporções em 3D, ou o literal, que aplica o 1/8 e calcula x e y. Ele recomenda treinar a visualização e fazer exercícios, e anuncia que a próxima aula é sobre pirâmides.

▶ Ver este trecho no vídeo (15:31:00)

As fórmulas desta aula

Volume do prisma
V=Ab⋅h

Em qualquer prisma, reto ou oblíquo, com h sendo a distância entre os planos das bases.

Área total do prisma
AT=AL+2Ab

Quando se pede a área de toda a superfície: soma das faces laterais com as duas bases.

Volume do paralelepípedo reto-retângulo
V=a⋅b⋅c

Em caixas com as três arestas conhecidas, qualquer que seja a face escolhida como base.

Diagonal da base do paralelepípedo
d2=a2+b2

Como passo intermediário para chegar à diagonal do sólido.

Diagonal do paralelepípedo
D=a2+b2+c2

Para a diagonal que liga dois vértices opostos de uma caixa, a partir das três arestas.

Volume do cubo
V=a3

Quando todas as arestas são iguais a $a$.

Diagonal do cubo
D=a3

Quando se pede a diagonal do cubo em função da aresta.

Área do triângulo equilátero
A=a234

Para a base de prismas hexagonais regulares (seis triângulos equiláteros) e triangulares regulares.

Área do hexágono regular
Ab=6⋅a234=3a232

Para o volume de um prisma hexagonal regular de aresta $a$.

Diagonal do quadrado
d=x2

Para a diagonal de uma base quadrada de lado $x$.

Tangente do ângulo de inclinação
tg⁡θ=cateto opostocateto adjacente

Para converter as medidas do triângulo vazio em ângulo (tangente 1 corresponde a 45°).

Fichas completas: pitagoras volume do cilindro

As 3 questões resolvidas na aula

Questão 01 · exemplo do professor

Resolvida na aulaexemplo do professor

Um prisma hexagonal regular com todas as arestas iguais tem volume 123. Quanto mede a maior diagonal? (A legenda não dá a unidade; o professor adota metros.)

  1. Prisma regular é reto com base regular; todas as arestas valem a, inclusive a altura.
  2. A diagonal maior do hexágono da base vale 2a; Pitágoras no triângulo com a aresta vertical: D2=a2+(2a)2=5a2, logo D=a5.
  3. Área da base: 6⋅a234=3a232; volume 3a332=123, logo a3=8 e a=2.
  4. Substituir: D=25.
Resposta: D=25 (com a=2).

Armadilha: Aplicar a fórmula a2+b2+c2, que só vale para paralelepípedos; num prisma hexagonal é preciso montar o triângulo retângulo com a diagonal maior da base, 2a.

▶ Ver no vídeo (15:05:00)

Questão 02 · questão modelo ENEM (enunciado do mapa mental)

Resolvida na aulaquestão modelo ENEM (enunciado do mapa mental)

Um recipiente no formato de paralelepípedo reto de base quadrada, sem tampa, está completamente cheio de água. A razão entre sua diagonal e a diagonal da base é 3. Lentamente, inclina-se esse recipiente, com uma de suas arestas da base apoiada sobre a superfície, de modo que 1/8 da água seja derramada. Assim, qual foi o ângulo de inclinação? Alternativas: a) 15°, b) 30°, c) 45°, d) 60°, e) 75°.

  1. Aresta da base x; diagonal da base x2; diagonal do sólido 3x2.
  2. Pitágoras: (3x2)2=h2+(x2)2, logo 18x2=h2+2x2 e h=4x.
  3. A parte vazia é um prisma triangular de mesma altura x (distância entre as faces) e volume 1/8 do total, então o triângulo tem 1/8 da área do retângulo x×4x.
  4. Com o cateto horizontal y: xy2⋅x=18⋅4x3 resulta y=x (ou, visualmente, o cateto vertical vale 1/4 de 4x, isto é, x).
  5. Triângulo retângulo isósceles: tg⁡θ=x/x=1, logo θ=45∘.
Resposta: 45° (alternativa c).

Armadilha: Tentar resolver direto em 3D sem reduzir o problema a 2D; esquecer que a altura do prisma triangular continua x, de modo que 1/8 do volume é 1/8 da área do triângulo.

▶ Ver no vídeo (15:18:00)

Questão 03 · exemplo do professor

Resolvida na aulaexemplo do professor

Diagonal de um paralelepípedo reto-retângulo de arestas a, b e c, e do cubo de aresta a (dedução em figura, sem valores numéricos).

  1. Diagonal da base: d2=a2+b2.
  2. Triângulo retângulo com d e c: D2=d2+c2=a2+b2+c2.
  3. Cubo: a, a e a levam a D2=3a2 e D=a3.
Resposta: D=a2+b2+c2 para o paralelepípedo; D=a3 para o cubo.

Armadilha: Achar que o triângulo do chão não é retângulo; ele é, porque as arestas formam 90° com a base.

▶ Ver no vídeo (14:56:00)

Erros que derrubam nota em prismas

  1. 01

    Confundir altura do prisma com a aresta lateral de um prisma

    Confundir altura do prisma com a aresta lateral de um prisma oblíquo; a altura é a distância entre os planos das bases.

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
  2. 02

    Chamar de paralelepípedo qualquer prisma de faces laterais

    Chamar de paralelepípedo qualquer prisma de faces laterais paralelogramas; a base também precisa ser paralelogramo.

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
  3. 03

    Aplicar a fórmula $\sqrt{a^2+b^2+c^2}$ a prismas que não são

    Aplicar a fórmula a2+b2+c2 a prismas que não são paralelepípedos (como o hexagonal).

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
  4. 04

    Esquecer de somar duas vezes a área da base na área total

    Esquecer de somar duas vezes a área da base na área total.

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
  5. 05

    Esquecer a definição de prisma regular

    Esquecer a definição de prisma regular: reto e com polígono regular na base.

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
  6. 06

    Substituir os números cedo demais e se perder em contas;

    Substituir os números cedo demais e se perder em contas; o professor recomenda resolver de forma literal.

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.

FAQ: Prismas no ENEM

O que é um prisma?

É um sólido com duas faces paralelas e congruentes, as bases, em que todas as outras faces são paralelogramos. O nome vem da base: pentagonal, hexagonal etc. Pode ser reto, se as arestas laterais formam 90° com a base, ou oblíquo.

Como se calcula o volume de um prisma?

É a área da base vezes a altura, V=Ab⋅h, para qualquer prisma. A altura é a distância entre os planos das bases, não a aresta lateral de um prisma oblíquo.

Qual a diferença entre paralelepípedo e paralelepípedo reto-retângulo?

Paralelepípedo é um prisma em que todas as faces são paralelogramos. O reto-retângulo é o caso em que todas as faces são retângulos, a caixinha de sapato. Nele, qualquer par de faces opostas pode ser a base.

Como se calcula a diagonal de um paralelepípedo reto-retângulo?

Aplica-se Pitágoras duas vezes: primeiro d2=a2+b2 na base, depois D2=d2+c2. Resultado: D=a2+b2+c2. No cubo, com arestas iguais, vira D=a3.

O que é um prisma regular?

É um prisma reto cuja base é um polígono regular. Num prisma triangular regular a base é um triângulo equilátero; num hexagonal regular, um hexágono regular. Se o enunciado disser que todas as arestas são iguais, a altura também vale o lado da base.

Como achar a maior diagonal de um prisma hexagonal regular?

Usa-se um triângulo retângulo com a aresta vertical a e a diagonal maior do hexágono, que vale 2a. Daí D=a5. O valor de a costuma sair do volume, que é 3a332.

Como resolver o problema do recipiente inclinado?

Reduza a duas dimensões usando a face da frente e perceba que a parte vazia é um prisma triangular de mesma altura. Com 1/8 do volume, o triângulo tem catetos iguais, e a inclinação é de 45°. Pode-se conferir pela tangente, que dá 1.

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