Esta aula em 39 minutos: o índice

Atualizado em set/2026. Quem te mostra isso aqui é o Universo Narrado, com mais de 1 milhão de inscritos no YouTube e quase 2.000 aulas gratuitas de Física e Matemática. Esta página é o capítulo de Juros da aula, em texto, com o minuto de cada passo. Sem resumo de legenda: é a explicação do professor, editada.

No vídeoO que acontece
20:18:00Abertura: duas aulas de matemática financeira
20:19:00O que são juros: dinheiro que depende do tempo
20:20:00Aplicação, empréstimo e capital
20:21:00Juros simples: taxa sobre o valor inicial
20:27:00Fórmula J = C·i·t e taxa casada com o tempo
20:29:00Juros compostos: taxa sobre o valor atual
20:32:00Fator de aumento: 30% vira multiplicar por 1,3
20:37:00Dedução de M = C(1+i)^t
20:40:00Juros compostos: calcule o montante e subtraia
20:41:00Gráfico: reta contra exponencial
20:47:00Questão: 12 depósitos de R$ 1.000 a 5%
20:53:00Soma da PG e resposta R$ 16.800

Como o ENEM cobra juros

O professor afirma, ao final, que este é um assunto que vai cair no ENEM. A questão modelo mostra o formato mais traiçoeiro: depósitos mensais iguais a juros compostos, em que cada depósito rende por um número diferente de meses e a soma é uma PG. A regra de leitura dada por ele: se o enunciado diz juros simples, é simples; se diz compostos, é compostos; se não diz nada, é compostos.

Antes desta aula, vale ter em dia:

  • Porcentagem: aumentos e descontos, e passagem de porcentagem para decimal
  • Progressão geométrica: termo geral e soma dos termos
  • Função exponencial e seu gráfico (noção de crescimento cada vez mais rápido)

O mapa mental da aula

Mapa mental "Matemática Financeira" com quatro quadrantes: juros simples, juros compostos, gráfico da evolução do montante (reta contra exponencial) e a questão dos 12 depósitos de R$ 1.000 a 5% ao mês resolvida por soma de PG.
Mapa mental da aula 34: Juros. Clique para ampliar.

O que o mapa destaca:

  • Juros simples: J = C·i·t, com tabela de 1, 2, 3 e t meses (R$ 200, 400, 600); montante M = C + J
  • Juros compostos: M = C(1+i)^t, com tabela 1.200, 1.440, 1.728; juros J = M − C
  • Gráfico M × t: reta (J.S.) e exponencial (J.C.) se cruzam em t = 1, no valor 1.200
  • Questão ENEM modelo: 12 depósitos de R$ 1.000, taxa 5% a.m., dado 1,05^12 = 1,8
  • Resolução: PG com a1 = 1, q = 1,05 e n = 12; resultado R$ 16.800 (alternativa e)

O que são juros, capital, taxa e montante

A aula abre a matemática financeira, que o professor apresenta como uma das áreas da matemática que mais usamos na vida, e se apoia na aula de porcentagem, em que se aprendeu a calcular aumentos e descontos. Esse raciocínio é a base de tudo o que vem a seguir.

Juros são o dinheiro que se obtém pela aplicação de uma quantia durante um intervalo de tempo. Por isso, para haver juros é preciso haver tempo: se o dinheiro aumentou de outro modo, instantaneamente, isso não é juros. A ideia vale nos dois sentidos. Quem coloca dinheiro no banco vê a quantia render e ter lucro; quem pega um empréstimo, por exemplo de R10.000,acabapagandomaisdoqueisso,porqueadıˊvidafoiaumentando.OqueexcedeosR 10.000 iniciais é chamado de juros.

A quantia inicial, aplicada ou emprestada, é o capital. O professor insiste numa confusão frequente: juros e taxa não são a mesma coisa. Juros são dinheiro, em unidades monetárias; a taxa é o percentual. Se a taxa é 20% ao mês e o capital é R1.000,osjurosdoprimeirome^ssa~oR 200, e não 20%.

O montante é o dinheiro total, isto é, o capital somado aos juros. Essa relação, M = C + J, nunca muda, valha o regime que valer. Os dois regimes que a aula estuda, juros simples e juros compostos, diferem apenas em sobre qual valor a taxa incide.

▶ Ver este trecho no vídeo (20:18:00)

Juros simples: a taxa incide sempre sobre o capital

Em juros simples, a taxa incide sempre sobre o valor inicial, ou seja, sobre o capital. O exemplo é deliberadamente simples: capital de R$ 1.000 aplicado a 20% ao mês. O professor avisa que a taxa é absurda, pois a taxa de juros da época da gravação estava em 12,75% ao ano, cerca de 1% ao mês ou pouco menos; o valor serve só para facilitar a conta, e a lógica é a mesma.

Em juros simples convém pensar diretamente nos juros. Depois de um mês, o dinheiro rende 20% de 1.000, o que se calcula multiplicando 1.000 por 0,2 (20% é 20/100, ou 0,2 na forma decimal), dando R200.Depoisdedoismeses,rendemais20 400. Depois de três meses, 1.000 · 0,2 · 3 = R$ 600. Depois de t meses, J = 1.000 · 0,2 · t.

Generalizando, o 1.000 é o capital, o 0,2 é a taxa e o t é o tempo, de modo que J = C · i · t. O C·i é quanto se gera por mês, e o t multiplica pela quantidade de meses em que o dinheiro ficou rendendo.

Dois cuidados. Primeiro, a taxa e o tempo precisam estar na mesma unidade: taxa ao mês com tempo em meses, ao ano com anos, ao semestre com semestres. Segundo, a taxa entra na fórmula na forma decimal ou de fração, 0,2 ou 20/100, nunca como 20. O montante sai somando: M = C + J.

▶ Ver este trecho no vídeo (20:21:00)

Juros compostos: a taxa incide sobre o valor atual

Em juros compostos, a taxa incide sempre sobre o valor atual, seja da dívida ou do investimento. A situação é a mesma, R$ 1.000 a 20% ao mês, mas agora calcular os juros diretamente daria muito trabalho, porque não há uma fórmula simples para o total de juros. É mais fácil calcular o montante, com o raciocínio da aula de porcentagem.

O exemplo de apoio: R$ 1.000 com aumento de 30%. Pode-se calcular 30% de 1.000, que é 300, e somar, obtendo 1.300. Mas existe uma conta única: o valor inicial representa 100%, com 30% de aumento passa a representar 130%, que na forma decimal é 1,3. Basta multiplicar 1.000 por 1,3 para obter direto o valor final, já com o capital e o aumento embutidos.

Aplicado aos juros, depois de um mês o montante é 1.000 · 1,2 = 1.200, e os juros foram R$ 200. Depois de dois meses, o aumento de 20% incide sobre os 1.200 atuais: 1.200 · 1,2 = 1.440. Como o 1.200 veio de 1.000 · 1,2, o resultado é 1.000 · 1,2². Depois de três meses, multiplica-se de novo por 1,2, e o montante é 1.000 · 1,2³ = 1.728. Depois de t meses, 1.000 · 1,2^t.

Generalizando, o 1.000 é o capital C, e o 1,2 vem de 1 + 0,2, isto é, 100% mais a taxa. Resulta M = C(1+i)^t. O professor destaca que, quem esquecer a fórmula, consegue refazê-la: se o valor aumenta, é só ir multiplicando por 1,2, ou por 1,3, conforme a taxa.

▶ Ver este trecho no vídeo (20:29:00)

Como achar os juros compostos: montante menos capital

Calcular os juros mês a mês em juros compostos é uma confusão, e o professor mostra por quê. No primeiro mês, os juros foram R200.Nosegundo,omontantefoide1.200para1.440,ouseja,R 240. No terceiro, os 20% incidem sobre 1.440, e não sobre o lucro acumulado; o aumento é de 1.440 para 1.728, e os juros do mês são ainda maiores. Ou seja, os juros de cada mês crescem, e não há uma lógica simples para somá-los.

A saída é a relação que nunca muda: o montante é o capital mais os juros. Portanto, para saber os juros, basta calcular o montante e subtrair o capital: J = M − C. O professor resume: "já era", a charada está resolvida.

A conclusão prática é que, em juros compostos, o caminho é sempre calcular o montante com M = C(1+i)^t e só no final, se o enunciado pedir os juros, fazer a subtração. Não se tenta construir os juros por soma de parcelas mensais.

▶ Ver este trecho no vídeo (20:38:00)

Gráfico: reta contra exponencial e qual regime escolher

Para comparar os dois regimes, o professor constrói o gráfico da evolução do montante com os mesmos R$ 1.000 a 20% ao mês. Em juros simples, o montante vai de 1.000 para 1.200, 1.400, 1.600 e assim por diante, sempre somando 200 por mês: uma reta que parte de 1.000, ou seja, crescimento linear.

Em juros compostos, o primeiro mês é idêntico, 1.200. A partir do segundo, o montante cresce cada vez mais depressa: 1.440, 1.728 e assim em diante. É uma progressão geométrica, e o gráfico é o de uma função exponencial, que sobe cada vez mais rápido. As duas curvas se encontram em um único ponto, no tempo de um mês, no valor 1.200. Antes de completar o primeiro mês, os juros simples ficam acima; depois dele, os compostos descolam e disparam.

A consequência vale para quem aplica e para quem deve. Quem coloca dinheiro a longo prazo prefere juros compostos, que rendem mais. Quem paga juros preferiria a curva dos simples, que cresce menos depois do primeiro mês. Segundo o professor, o único lugar em que existe juros simples de regra é na cobrança do cartão de crédito quando a fatura é paga com menos de um mês, justamente o trecho em que os simples são mais altos que os compostos.

Para a prova, a regra é direta: se o enunciado diz juros simples, é simples; se diz compostos, é compostos; se não diz nada, é compostos, com a taxa sempre incidindo sobre o valor atual.

▶ Ver este trecho no vídeo (20:41:00)

Questão modelo: 12 depósitos mensais a 5%

A questão modelo ENEM trata de uma série de investimentos, também chamada de investimentos sucessivos: o aplicador deposita uma quantia regularmente, todo mês, todo ano ou todo dia, e se pergunta quanto terá no final. No caso, Jorge faz 12 depósitos de R$ 1.000, sempre no primeiro dia de cada mês, a partir de 1º de janeiro, com taxa de 5% ao mês, e se quer o total ao fim dos 12 meses. O enunciado fornece 1,05^12 = 1,8.

O erro mais comum é pensar que são R$ 12.000 e multiplicar tudo por 1,05^12. Isso supõe que todo o dinheiro rende durante 12 meses, o que é falso. O primeiro depósito, feito em 1º de janeiro, rende até o fim de dezembro, ou seja, 12 meses, e vira 1.000 · 1,05^12. O depósito de fevereiro rende 11 meses e vira 1.000 · 1,05^11. O de março rende 10 meses, 1.000 · 1,05^10, e assim por diante, até o último depósito, de 1º de dezembro, que rende apenas um mês e vira 1.000 · 1,05.

O total é a soma de todos esses montantes, e esse tipo de soma leva naturalmente a uma progressão geométrica, como se vê no tópico seguinte.

▶ Ver este trecho no vídeo (20:47:00)

Somando a PG e chegando a R$ 16.800

O total é 1.000 · 1,05 + 1.000 · 1,05² + ... + 1.000 · 1,05^12. O professor começa a soma "de trás para frente" só para facilitar, e põe em evidência o que é comum a todas as parcelas: o 1.000 e o 1,05. Sobra, entre parênteses, 1 + 1,05 + 1,05² + ... + 1,05^11, que é a soma de uma PG de primeiro termo 1 e razão 1,05.

O cuidado aqui é contar os termos. Não são 11, são 12: é como se o primeiro termo fosse 1,05^0, e os expoentes vão de 0 a 11, o que dá 12 termos. Com a fórmula da soma da PG, S = a1(q^n − 1)/(q − 1), fica (1,05^12 − 1)/(1,05 − 1).

Substituindo 1,05^12 = 1,8, o numerador é 0,8 e o denominador é 0,05. O total fica 1.000 · 1,05 · 0,8/0,05 = 1.050 · 16 = 16.800. Para a divisão, basta multiplicar em cima e embaixo por 100, o que dá 80/5 = 16.

O resultado é R$ 16.800, alternativa e. O professor fecha dizendo que a aula cobre juros simples, juros compostos e série de investimentos, e que se trata de assunto que vai cair.

▶ Ver este trecho no vídeo (20:52:00)

As fórmulas desta aula

Juros simples
J=C⋅i⋅t

Quando o enunciado fala em juros simples: a taxa incide sempre sobre o capital, com i em decimal e na mesma unidade de t.

Montante
M=C+J

Em qualquer regime, para obter o valor final somando capital e juros.

Montante em juros compostos
M=C (1+i)t

Quando os juros incidem sobre o valor atual, ou quando o enunciado não diz o regime.

Juros em juros compostos
J=M−C

Para obter só os juros depois de calcular o montante composto.

Fator de aumento
valor final=valor inicial⋅(1+i)

Para aplicar um aumento percentual com uma única multiplicação (30% vira 1,3).

Soma dos termos de uma PG finita
Sn=a1⋅q n−1q−1

Em séries de depósitos regulares, em que cada parcela rende por um número diferente de períodos.

Fichas completas: juros simples juros compostos termo geral da pg

As 3 questões resolvidas na aula

Questão 01 · exemplo do professor

Resolvida na aulaexemplo do professor

Capital de R$ 1.000 aplicado a juros simples com taxa de 20% ao mês. Quanto rende de juros após 1, 2 e 3 meses, e após t meses?

  1. Converter a taxa para decimal: 20% = 0,2.
  2. 1 mês: J = 1.000 · 0,2 · 1 = 200.
  3. 2 meses: J = 1.000 · 0,2 · 2 = 400.
  4. 3 meses: J = 1.000 · 0,2 · 3 = 600.
  5. t meses: J = 1.000 · 0,2 · t, ou seja, J = C·i·t.
Resposta: R200,R 400 e R$ 600 de juros; o montante correspondente é 1.200, 1.400 e 1.600.

Armadilha: Confundir juros com taxa (os juros são R$ 200, e não 20%), usar 20 em vez de 0,2 ou misturar taxa mensal com tempo em anos.

▶ Ver no vídeo (20:23:00)

Questão 02 · exemplo do professor

Resolvida na aulaexemplo do professor

Os mesmos R$ 1.000 a 20% ao mês, agora a juros compostos. Qual é o montante após 1, 2, 3 e t meses?

  1. Fator de aumento: 1 + 0,2 = 1,2.
  2. 1 mês: 1.000 · 1,2 = 1.200.
  3. 2 meses: 1.200 · 1,2 = 1.440, ou 1.000 · 1,2².
  4. 3 meses: 1.440 · 1,2 = 1.728, ou 1.000 · 1,2³.
  5. t meses: M = 1.000 · 1,2^t, isto é, M = C(1+i)^t.
Resposta: Montantes de R1.200,R 1.440 e R$ 1.728; os juros se obtêm por J = M − C.

Armadilha: Tentar somar os juros mês a mês (200, 240, 288...) em vez de calcular o montante e subtrair o capital.

▶ Ver no vídeo (20:34:00)

Questão 03 · questão modelo ENEM (enunciado do mapa mental)

Resolvida na aulaquestão modelo ENEM (enunciado do mapa mental)

No dia 01 de janeiro, Jorge faz o primeiro de um total de doze depósitos de R1.000,00emumaaplicac\ca~o.Osdepoˊsitossa~ofeitossemprenoprimeirodiadecadame^s.Ataxadejurosmensaldessaaplicac\ca~oeˊde5 12.000,00; b) R12.600,00;c)R 14.400,00; d) R16.000,00;e)R 16.800,00. (O mapa mental escreve "João" no enunciado; na aula o professor diz "Jorge".)

  1. O 1º depósito rende 12 meses, o 2º rende 11, o 3º rende 10, e assim até o 12º, que rende 1 mês.
  2. Total = 1.000·1,05 + 1.000·1,05² + ... + 1.000·1,05^12.
  3. Pôr 1.000 · 1,05 em evidência: sobra 1 + 1,05 + ... + 1,05^11, PG com a1 = 1, q = 1,05 e n = 12 termos (e não 11).
  4. Soma da PG: (1,05^12 − 1)/(1,05 − 1) = (1,8 − 1)/0,05 = 0,8/0,05 = 16.
  5. Total = 1.000 · 1,05 · 16 = 1.050 · 16 = 16.800.
Resposta: R$ 16.800 (alternativa e).

Armadilha: Multiplicar os R$ 12.000 depositados por 1,05^12, o que supõe que todo o dinheiro rende por 12 meses; e errar a contagem de termos da PG (12, não 11).

▶ Ver no vídeo (20:47:00)

Erros que derrubam nota em juros

  1. 01

    Confundir juros

    Confundir juros (dinheiro, em reais) com taxa (percentual).

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
  2. 02

    Usar a taxa como 20 em vez de 0,2 ou 20/100 na fórmula

    Usar a taxa como 20 em vez de 0,2 ou 20/100 na fórmula.

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
  3. 03

    Não casar a unidade da taxa com a do tempo

    Não casar a unidade da taxa com a do tempo (taxa ao mês com tempo em anos, por exemplo).

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
  4. 04

    Tentar calcular os juros compostos mês a mês em vez

    Tentar calcular os juros compostos mês a mês em vez de calcular o montante e subtrair o capital.

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
  5. 05

    Em série de depósitos, aplicar 1,05^12 ao total depositado,

    Em série de depósitos, aplicar 1,05^12 ao total depositado, como se todo o dinheiro rendesse os 12 meses.

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
  6. 06

    Na soma da PG dos depósitos, contar 11 termos em vez de 12

    Na soma da PG dos depósitos, contar 11 termos em vez de 12 (esquecer o termo 1,05^0).

    Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.

FAQ: Juros no ENEM

Qual é a diferença entre juros simples e juros compostos?

Em juros simples, a taxa incide sempre sobre o capital inicial, e o montante cresce de forma linear. Em juros compostos, a taxa incide sobre o valor atual, e o montante cresce de forma exponencial, cada vez mais rápido.

Qual regime usar se o enunciado não disser qual é?

Juros compostos. O professor orienta: falou simples, é simples; falou compostos, é compostos; não falou nada, é compostos, com a taxa incidindo sobre o valor atual.

Qual é a diferença entre juros e taxa de juros?

Juros são o valor em dinheiro que o capital rende no período; a taxa é o percentual aplicado. Com taxa de 20% ao mês sobre R1.000,osjurosdoprimeirome^ssa~oR 200.

Como calcular os juros em juros compostos?

Calcule o montante com M = C(1+i)^t e subtraia o capital: J = M − C. Somar os juros mês a mês seria trabalhoso, porque cada mês rende mais que o anterior.

De onde vem o 1,2 na fórmula de juros compostos?

Vem de 1 + 0,2: o 1 é o valor atual (100%) e o 0,2 é a taxa de 20%. Multiplicar por 1,2 aumenta o valor em 20% de uma vez; por isso a fórmula é C(1+i)^t.

Por que em depósitos mensais não se faz 12.000 vezes 1,05 elevado a 12?

Porque cada depósito rende por um número diferente de meses: o primeiro rende 12, o segundo 11, e o último apenas 1. A soma desses montantes forma uma PG com 12 termos.

Em que ponto os juros simples e compostos dão o mesmo montante?

No tempo de um período (aqui, um mês), quando os dois dão R$ 1.200 no exemplo. Antes disso os simples são maiores; depois, os compostos crescem muito mais.

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