Esta aula em 67 minutos: o índice
Atualizado em set/2026. Quem te mostra isso aqui é o Universo Narrado, com mais de 1 milhão de inscritos no YouTube e quase 2.000 aulas gratuitas de Física e Matemática. Esta página é o capítulo de Semelhança de Triângulos (Geometria Plana) da aula, em texto, com o minuto de cada passo. Sem resumo de legenda: é a explicação do professor, editada.
| No vídeo | O que acontece |
|---|---|
| 09:35:00 | Início do módulo de geometria plana |
| 09:36:00 | O que são figuras semelhantes |
| 09:40:00 | Triângulos semelhantes: ângulos iguais |
| 09:47:00 | Razão de semelhança K |
| 09:55:00 | Razão entre áreas é K ao quadrado |
| 10:00:00 | Base média: paralela e metade |
| 10:08:00 | Três bases médias: quatro triângulos iguais |
| 10:14:00 | Caso clássico: dois ângulos iguais |
| 10:22:00 | Reta paralela e teorema de Tales |
| 10:27:00 | Altura do prédio pela sombra |
| 10:29:00 | Quadrado inscrito no triângulo |
| 10:33:00 | Questão final: terrenos dos filhos |
Como o ENEM cobra semelhança de triângulos (geometria plana)
O professor diz que semelhança de triângulos é uma das partes mais recorrentes e comuns da geometria plana. Na prática, a aula mostra quatro padrões: dois triângulos com ângulos iguais, reta paralela à base, sombra proporcional e quadrado inscrito. A pegadinha central é a razão entre áreas, que é e não , e a armadilha de comparar lados que não são correspondentes.
Antes desta aula, vale ter em dia:
- Razão e proporção (grandezas diretamente proporcionais)
- Soma dos ângulos internos de um triângulo (180°)
- Ângulos correspondentes entre paralelas e ângulos opostos pelo vértice
- Área do triângulo e ponto médio de um segmento
O mapa mental da aula

O que o mapa destaca:
- Triângulos semelhantes: ângulos iguais e lados proporcionais, a/d = b/e = c/f = h1/h2 = k
- Razão de semelhança: k = 6/3 = 2 (x = 2 e y = 22 no exemplo); k = 1 dá triângulos congruentes
- Razão entre áreas: A1/A2 = k² (base e altura, cada uma com razão k)
- Base média: MN paralela a BC e MN = BC/2; três bases médias formam 4 triângulos iguais (k = 2)
- Situações clássicas: ângulos opostos pelo vértice, reta paralela à base (k = 3), sombra (h = 54 m) e quadrado inscrito (x = 20)
- Questão modelo ENEM dos terrenos: áreas A, 3A, 5A e 7A; resposta 7A/3A = 7/3 (alternativa d)
O material completo da aula, com os exercícios, para imprimir e revisar.
O que são figuras semelhantes
A aula abre o módulo de geometria plana pelo tipo de figura mais comum, o triângulo, mas começa por uma pergunta mais geral: o que são figuras semelhantes? O professor lembra que qualquer figura pode ser semelhante a outra, seja um quadrado, um retângulo ou um celular. Ser semelhante significa estar na mesma proporção: se você copiar a figura e der um zoom nela, aumentando ou diminuindo, ela se transforma exatamente na outra.
A primeira característica é que os lados são proporcionais. Se um lado de 3 vira 6 na figura maior, ele foi duplicado e cabem dois lados pequenos nele; os demais lados também são duplicados (um lado de 5 passa a valer 10). Esticar a figura para um lado só, deixando um pedaço igual e outro maior, destrói a semelhança, porque a proporção deixou de ser a mesma em todas as direções.
A segunda característica é que os ângulos se mantêm constantes. Dobrar o tamanho da figura não dobra a abertura dos ângulos: ao sobrepor um ângulo da figura pequena com o correspondente da grande, a abertura encaixa exatamente. Isso vale para qualquer figura, não só para triângulos.
Por fim, o professor explica por que o estudo se concentra nos triângulos: são as figuras mais simples, e a semelhança de outras figuras exige critérios mais específicos e às vezes contraintuitivos. Restringir-se aos triângulos mantém a lógica (ângulos iguais, lados proporcionais) sem complicar. Dois triângulos ABC e DEF são semelhantes quando um é obtido do outro por zoom, sem esticar nada, e os três pares de ângulos são iguais.
Lados proporcionais, lados correspondentes e razão de semelhança
Com os triângulos ABC e DEF semelhantes, os ângulos são nomeados em ordem: , e em cada um. Os lados são proporcionais: se um lado vale 5 no primeiro e 10 no segundo, a razão é 2; se outro vale 6 e o correspondente 12, a razão é de novo 2; 7 e 14 também dá 2. A razão entre lados correspondentes é constante, o que se escreve . O professor aceita outras ordens de montar a proporção, mas recomenda sempre ir de um triângulo para o outro.
A pergunta central é como saber qual lado se compara com qual. A resposta é guiar-se pelos ângulos: o lado oposto a de um triângulo corresponde ao lado oposto a do outro, e assim para e . Esses são os lados correspondentes, que ocupam a mesma posição relativa.
Para reconhecer a semelhança, basta ter dois ângulos iguais: como a soma é 180°, o terceiro fica determinado (com 30° e 20° nos dois, o terceiro vale 130° em ambos). O professor deixa de lado uma lista de casos de semelhança justamente porque, na prática, o critério dos dois ângulos resolve.
A razão de semelhança, chamada , é a razão entre dois lados correspondentes, escolhida em um sentido (do grande para o pequeno, por exemplo) e mantida até o fim do problema. No exemplo, o lado oposto ao ângulo vale 6 no grande e 3 no pequeno, logo . Todas as medidas lineares do grande são o dobro das do pequeno: o lado de 8 corresponde a e o de 22 corresponde a . Também dá para resolver com multiplicação cruzada e chegar a , mas achar costuma ser mais rápido, sobretudo quando é inteiro.
Alturas e áreas: a razão é k e k ao quadrado
Qualquer medida linear segue a razão de semelhança, não só os lados. A altura de um triângulo relativa a um vértice, por exemplo, está para a altura correspondente do outro na mesma razão ; se , uma altura é o dobro da outra, assim como os lados. O professor reforça que se pode usar qualquer par de medidas correspondentes (lados, alturas e outras) que tudo cai na mesma razão.
Com a área é diferente, e este é o ponto mais cobrado. Tome dois triângulos semelhantes cujos lados medem 3 e 9, de modo que . Seria tentador dizer que a área também fica multiplicada por 3, mas não: ela fica multiplicada por 9. Para entender, o professor usa a fórmula da área do triângulo: . Os dois 2 se cancelam e sobra . Cada uma dessas razões vale , então o resultado é .
A conclusão é que a razão entre as áreas é sempre o quadrado da razão de semelhança, qualquer que seja o valor de . Se , a área fica multiplicada por 4; se , por 100; se , por 9. A intuição é que a base foi multiplicada por e a altura também, então a área é multiplicada por duas vezes.
Essa ideia reaparece na base média e na questão final da aula.
Base média: paralela e metade da base
A base média de um triângulo é o segmento que liga os pontos médios de dois lados. O professor marca o ponto médio de um lado (divide em duas partes iguais), faz o mesmo no outro e liga os dois pontos. Embora se costume desenhar a base na horizontal, a base é qualquer lado que você escolher: um triângulo girado tem a mesma lógica, e ligar os pontos médios de outro par de lados dá a base média relativa ao terceiro lado.
Duas propriedades importam: a base média é sempre paralela ao lado oposto (se M e N são os pontos médios, ) e mede sempre metade desse lado. Se a base de baixo vale 10, a base média vale 5.
Para não decorar sem entender, o professor demonstra com semelhança. Como a base média é paralela, o triângulo pequeno de cima e o triângulo inteiro têm ângulos iguais (ângulos correspondentes) e são semelhantes. Marcando os pedaços iguais dos lados como e , o lado do triângulo grande vale e o do pequeno , então . Portanto, se a base média vale , a base do triângulo grande vale : a base média é metade da base.
Como a razão de semelhança é 2, a razão entre as áreas é 4, e o professor confirma isso na figura. Traçando as três bases médias, o triângulo fica dividido em quatro triângulos com lados , e , todos congruentes e de mesma área , de modo que o triângulo original tem área , exatamente o que a previsão indicava.
Congruência e casos clássicos: ângulos iguais, paralelas e Tales
Quando a razão de semelhança vale 1, todos os lados correspondentes são iguais e os triângulos são mais do que semelhantes: são congruentes, idênticos em lados, ângulos e área. É o caso dos quatro triângulos pequenos da base média.
O primeiro caso clássico traz dois triângulos que se tocam em um vértice, com um ângulo de 90° em cada um (poderia ser qualquer ângulo, o que importa é serem iguais). Os ângulos em torno do vértice comum são opostos pelo vértice, logo iguais, e com dois pares iguais o terceiro também é. Sem usar Pitágoras, só semelhança: o lado oposto ao ângulo roxo vale 4 no pequeno e 8 no grande, então . Com o lado 6 correspondendo a , tem-se , e o lado 5 corresponde a .
O segundo caso é uma reta paralela à base de um triângulo (sem que seja base média). Os ângulos correspondentes são iguais e o triângulo é semelhante ao . O erro comum é comparar um lado do triângulo pequeno com o lado de baixo do grande só por estarem lado a lado: é preciso comparar triângulo com triângulo, guiando-se pelos ângulos. Com o lado oposto a valendo 3 no pequeno e 9 no grande, e então . Já o lado oposto a vale 4 no pequeno e no grande, logo .
Essas razões também são o teorema de Tales: três retas paralelas cortadas por duas transversais determinam segmentos proporcionais, e também . Com 3, , 12 e 16, tem-se e . O professor nota que tudo da reta vermelha é quatro vezes o da reta verde: 3 vira 12, 4 vira 16, 7 vira 28, e esse 4 faz o papel de .
Aplicações: sombra de prédio e quadrado inscrito
Uma situação muito comum mede a altura de algo inacessível, como um prédio, por semelhança. Uma pessoa de 1,8 m tem sombra de 2 m, e a sombra do prédio mede 60 m. O triângulo formado pela pessoa e sua sombra é semelhante ao do prédio e sua sombra, pois os raios do sol chegam com a mesma inclinação. A proporção é . Como , temos , e o prédio mede 54 m.
A outra aplicação é o quadrado inscrito em um triângulo com base 60 e altura 30, com um lado do quadrado apoiado na base. O professor pede que o aluno pause e tente, porque vale a pena queimar um fosfatinho. O alerta é onde estão os triângulos semelhantes: não é qualquer triângulo que aparece na figura. O lado de cima do quadrado é paralelo à base, então o triângulo pequeno acima do quadrado é semelhante ao triângulo grande.
Do triângulo grande temos base 60 e altura 30. No pequeno, a base é o lado do quadrado, , e a altura é (a altura total menos o lado do quadrado). A razão fica , que simplificada (60/30=2) dá , ou seja, . Logo e , e o lado do quadrado vale 20.
O professor encerra dizendo que essas são as situações mais clássicas e mais comuns, que existem infinitas outras e que se podem fazer questões bem pesadas com semelhança.
Questão final: os terrenos dos filhos
A questão, descrita como muito maluca, traz um terreno triangular dividido entre quatro filhos. São marcados três pontos igualmente espaçados no lado e erguidos muros paralelos ao lado por esses pontos, o que forma quatro partes. Jeremias fica com o terreno de maior área, Genivaldo com o de terceira maior área, e se pede a razão entre as áreas dos dois. Nenhum número é dado, então a solução é toda proporcional.
Seja a área do triângulo menor, o do topo. O triângulo formado pelo topo e pelo primeiro muro tem lados duas vezes maiores (o muro passa pelo ponto médio e é paralelo, logo é base média), então e sua área é . Sobra para a faixa entre o primeiro e o segundo muro; é a área de Genivaldo.
O triângulo formado pelo topo até o segundo muro tem razão de semelhança 3 em relação ao topo (lados e ), logo e sua área é . Subtraindo os já contados, a faixa seguinte vale .
Por fim, o triângulo inteiro tem razão 4 em relação ao topo (lados e ), então a área é e a faixa de baixo vale . As quatro partes valem , , e . A razão pedida, entre o terreno de Jeremias e o de Genivaldo, é (a resposta aparece na fala logo após o fim deste capítulo). O professor lembra que dá para chutar e encontrar 10, 30, 50 e 70, e a razão é a mesma.
As fórmulas desta aula
Quando dois triângulos têm ângulos iguais, para achar um lado desconhecido comparando lados opostos a ângulos iguais.
Para lados, alturas e qualquer outra medida linear correspondente, sempre no mesmo sentido do início ao fim.
Quando o problema dá ou pede áreas de figuras semelhantes e conhece a razão entre os lados.
Ao ligar os pontos médios de dois lados de um triângulo.
Quando retas paralelas cortam duas transversais, para relacionar os segmentos determinados.
Fichas completas: proporcao
As 7 questões resolvidas na aula
Questão 01 · exemplo do professor
Dois triângulos semelhantes têm o lado oposto ao ângulo medindo 6 (grande) e 3 (pequeno). O lado oposto a mede 8 no grande e no pequeno; o lado oposto a outro ângulo mede 22 no grande e 11 no pequeno ( é o valor desconhecido citado na fala).
- Razão de semelhança grande/pequeno: .
- Todas as medidas lineares do grande são o dobro das do pequeno.
- , logo .
- Para o terceiro par, o professor escreve e conclui (leitura da figura a conferir).
Armadilha: Misturar lados que não são correspondentes: sempre comparar lados opostos a ângulos iguais.
Questão 02 · exemplo do professor
Dois triângulos com um ângulo de 90° em cada um e ângulos opostos pelo vértice iguais. Lado oposto ao ângulo roxo: 4 no pequeno e 8 no grande. Lados citados: 6, , 5 e .
- Dois ângulos iguais (90° e opostos pelo vértice), logo o terceiro também e os triângulos são semelhantes.
- .
- .
- .
Armadilha: Aplicar Pitágoras por reflexo: a semelhança vale para qualquer ângulo, não só o reto.
Questão 03 · exemplo do professor
Triângulo com . Lados do triângulo pequeno : 6 (ou no grande), 3 e 4; no grande o lado oposto a vale 9, o lado correspondente ao 4 é e o correspondente ao 6 é . Valores exatos de figura a conferir.
- , ângulos correspondentes iguais, .
- Oposto a : 3 no pequeno e 9 no grande, .
- .
- , logo .
Armadilha: Comparar o 6 do triângulo pequeno com o 3 só por estarem lado a lado, sem olhar o triângulo inteiro.
Questão 04 · exemplo do professor
Três retas paralelas cortadas por duas transversais. Em uma transversal os segmentos medem 3 e ; na outra, 12 e 16.
- Teorema de Tales: .
- Multiplicando em cruz, .
- Atalho: tudo da reta vermelha é 4 vezes o da verde (12 = 4·3 e 16 = 4·4), então .
Armadilha: Esquecer que a proporção vale também entre os totais: 7 está para 28 como 3 para 12.
Questão 05 · exemplo do professor
Uma pessoa de 1,8 m de altura tem sombra de 2 m. No mesmo instante a sombra de um prédio mede 60 m. Qual a altura do prédio?
- Os triângulos formados (objeto e sombra) são semelhantes.
- .
- e .
Armadilha: Inverter a proporção: altura com altura e sombra com sombra, sempre do mesmo triângulo.
Questão 06 · exemplo do professor
Quadrado inscrito em um triângulo de base 60 e altura 30 (unidade não definida na fala), com um lado do quadrado sobre a base. Qual o lado do quadrado?
- Lado superior do quadrado é paralelo à base: o triângulo pequeno de cima é semelhante ao grande.
- Grande: base 60, altura 30. Pequeno: base , altura .
- e simplificando equivale a .
- , logo .
Armadilha: Achar que o triângulo ao lado do quadrado é semelhante ao grande; o semelhante é o de cima.
Questão 07 · questão modelo ENEM (enunciado do mapa mental)
Jessé possui um terreno no formato triangular, como mostra a figura. Ele deseja dividi-lo entre seus quatro filhos. Para tal, ele marca três pontos ao longo do lado AB e, por esses pontos, constrói muros paralelos ao lado BC, dividindo o terreno em quatro partes. Jeremias fica com o terreno de maior área e Jenivaldo com o terceiro maior terreno. Qual a razão entre as áreas dos terrenos de Jeremias e Jenivaldo? a) 1/2 b) 5/2 c) 5/3 d) 7/3 e) 9/4
- Seja a área do triângulo do topo.
- Topo até o 1º muro: , área , logo a faixa seguinte vale .
- Topo até o 2º muro: , área , logo a faixa seguinte vale .
- Triângulo inteiro: , área , logo a faixa de baixo vale .
- Jeremias fica com e Genivaldo com .
Armadilha: Usar em vez de , ou esquecer de subtrair a área do triângulo menor anterior.
Erros que derrubam nota em semelhança de triângulos (geometria plana)
- 01
Achar que a área fica multiplicada por $k$
Achar que a área fica multiplicada por : a razão entre áreas é .
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 02
Comparar lados que não são correspondentes
Comparar lados que não são correspondentes: deve-se olhar triângulo com triângulo, guiando-se pelos ângulos.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 03
Mudar o sentido da razão no meio do problema
Mudar o sentido da razão no meio do problema: escolhe-se grande/pequeno ou o inverso e mantém-se até o fim.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 04
Esticar uma figura em uma direção e continuar chamando
Esticar uma figura em uma direção e continuar chamando de semelhante: a proporção tem de ser a mesma em tudo.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 05
Supor que qualquer triângulo da figura do quadrado inscrito
Supor que qualquer triângulo da figura do quadrado inscrito é semelhante ao grande: só o de cima, por causa da paralela.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar. - 06
Usar Pitágoras por reflexo em casos em que só a semelhança
Usar Pitágoras por reflexo em casos em que só a semelhança de ângulos iguais resolve.
Como evitar: Refaça o passo com a fórmula na frente e confira a unidade ou o intervalo do resultado antes de marcar.
FAQ: Semelhança de Triângulos (Geometria Plana) no ENEM
O que são figuras semelhantes?
São figuras na mesma proporção: uma sai da outra por zoom, aumentando ou diminuindo. Os lados correspondentes são proporcionais e os ângulos são iguais.
Como saber se dois triângulos são semelhantes?
Basta ter dois ângulos iguais, pois o terceiro fica determinado pela soma de 180°. O professor lembra que isso inclui ângulos opostos pelo vértice e ângulos correspondentes de retas paralelas.
Como saber qual lado se compara com qual?
Use os ângulos como referência: o lado oposto a de um triângulo corresponde ao oposto a do outro. Assim não se misturam os pares.
Qual a razão entre as áreas de triângulos semelhantes?
É o quadrado da razão de semelhança. Com a área fica 4 vezes maior, com fica 9 vezes e com fica 100 vezes.
O que é base média e o que ela garante?
É o segmento que liga os pontos médios de dois lados. É paralelo ao terceiro lado e mede metade dele; as três bases médias dividem o triângulo em quatro triângulos congruentes.
Qual a diferença entre triângulos semelhantes e congruentes?
Se a razão de semelhança é 1, todos os lados são iguais e os triângulos são congruentes, idênticos em lados, ângulos e área. Semelhantes têm só a mesma forma.
Qual a relação entre semelhança e teorema de Tales?
O professor diz que os dois são casos um do outro: com retas paralelas cortando transversais, os segmentos são proporcionais, o que equivale a semelhança de triângulos. A proporção pode ser montada de qualquer das duas formas.
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Revisão de Matemática ENEM
A aula inteira, capítulo a capítulo, com o minuto de cada tema.
16. Seno e Cosseno (Trigonometria)
4 questões resolvidas, 52 min.
17. Funções Trigonométricas
5 questões resolvidas, 50 min.
18. Triângulo e Pontos Notáveis (Geometria Plana)
1 questões resolvidas, 50 min.
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21. Área de Polígonos (Geometria Plana)
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22. Circunferência (Geometria Plana)
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